Pular para o conteúdo principal

Missing


O pior de se morar em outro lugar e deixá-lo é quando bate aquela saudade de situações que nos marcaram. Ultimamente tenho sentido muita falta da Malásia em si. Desde a comida até as viagens, dos amigos e dos momentos de descobertas. E claro, da minha celebração preferida, o Ano Novo Chinês e meus ang pows.

E hoje uma amiga postou um artigo bastante interessante sobre o assunto. Fica aqui uma boa descrição de como muitos de nós (ex-pats) nos sentimos e tantos outros poderão experimentar algum dia:


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

E os coreanos, como são?

O especial "Naty foi a Seul" está quase no fim, e nesta terceira parte comentarei um pouco dos coreanos (em geral, não só dos rapazes...). Meninas   (Extravagantes...) "As coreanas são bonitas?” Em minha singela opinião, sim! “As coreanas são mais raquiticas do que criancinhas de 9 anos?” Eu SEMPRE ouvi sobre a cultura de se manter extremamente magras, etc e tal. Sinceramente, EU achei a maioria bem normal. Não são “magras brasileiras”, mas também não parecem doentes ou algo assim. Aqui na Malásia eu vi meninas muito mais magras do que elas e que me deram (e ainda dão) muita aflição de se ver. “Coreanas usam toneladas de maquiagem e não se vê uma desarrumada nas ruas?” Elas são sim arrumadíssimas e preocupadas com aparência (e principalmente com o que está na moda). Mas do jeito que eu lia a respeito, achava que seria bem pior. Novamente, nada absurdo, não entendo o drama (depois das roupas “curtas” das chinesinhas por aqui, nada parece me su...

E afinal, o que aconteceu?

B em, no último post, falei um pouco sobre os protestos que ocorreriam no fim de semana de semana, e antes de escrever um pouco mais sobre a sociedade malasiana, resolvi atualizar a questão anterior.

E depois...como fica?

Seis meses do meu retorno "definitivo", volto a este blog. Sem grande novidades, I am afraid ... E como é a vida de uma "ex-expatriada"? Nada interessante, eu diria. Percebo, e não só eu, que a vida parece perder a graça. A rotina tem mais cara de rotina (chata!), a vida cotidiana é sem graça e falta história pra contar.