Pular para o conteúdo principal

한국은, 내가 간다!

Para mostrar ao meu Amor Virtual (LETA!!!) que eu estou viva e acompanhando tudo, resolvi aparecer rapidinho por aqui para atualizar um pouco.

As coisas parecem estar voltando aos trilhos e estou conseguindo, pouco a pouco, resolver os problemas. O trabalho ainda está corrido, mas como a minha vida externa está mais pacífica, consigo me concentrar melhor. Aparentemente consegui, finalmente, alguém para alugar meu antigo quarto e receberei meu depósito de volta (money money money!”), então mais um problema semi-resolvido. E semana passada finalmente operei os olhos e agora estou em recuperação. Já estou de volta ao trabalho e a vida normal (apesar de a visão embaçar um pouco algumas vezes), mas sempre mantendo um cuidado maior com os olhos. Como a probabilidade de a doença voltar é grande (palavras da médica), quero tentar evitar o máximo que puder. 

Obviamente o maior motivo da atual calma é minha próxima viagem, que tem me deixado extremamente feliz e ansiosa. Pensei em levar meu laptop para poder preparar meus textos já de lá, mas (1) ele é muito pesado,  (2) não quero desperdiçar o, já escasso, tempo de sono com coisas que posso fazer depois. Durante os 4 dias por lá quero aproveitar o máximo que puder, mesmo que isso signifique 4 horas de sono por noite. Passagens estão impressas, hostel reservado, Lonely Planet com anotações, mapa da cidade em mãos e minha mala parcialmente arrumada. Acho que agora sim posso considerar que minha aventura ásiatica realmente começa!

Provavelmente estarei mais ocupadinha até minha volta, mas aguardem, pois farei uma série de posts sobre as minhas aventuras na terrinha dos olhos puxados mais bonitos do lado de cá! E claro, mesmo que a viagem me decepcione, uma coisa me deixará mais do que feliz: a máxima temperatura prevista para os próximos dias é de 24°! Ou seja, casacos, sapatos fechados, meias-calça e até um cachecolzinho durante a noite, se a temperatura me permitir! E um brinde à falência bancária que essa viagem me trará! 

 
(Fotinho bonitinha do fim de semana pra mostrar que eu estou muito bem, obrigada!)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

E os coreanos, como são?

O especial "Naty foi a Seul" está quase no fim, e nesta terceira parte comentarei um pouco dos coreanos (em geral, não só dos rapazes...). Meninas   (Extravagantes...) "As coreanas são bonitas?” Em minha singela opinião, sim! “As coreanas são mais raquiticas do que criancinhas de 9 anos?” Eu SEMPRE ouvi sobre a cultura de se manter extremamente magras, etc e tal. Sinceramente, EU achei a maioria bem normal. Não são “magras brasileiras”, mas também não parecem doentes ou algo assim. Aqui na Malásia eu vi meninas muito mais magras do que elas e que me deram (e ainda dão) muita aflição de se ver. “Coreanas usam toneladas de maquiagem e não se vê uma desarrumada nas ruas?” Elas são sim arrumadíssimas e preocupadas com aparência (e principalmente com o que está na moda). Mas do jeito que eu lia a respeito, achava que seria bem pior. Novamente, nada absurdo, não entendo o drama (depois das roupas “curtas” das chinesinhas por aqui, nada parece me su...

Recomeçando

Fim do ano cada vez mais próximo e de repente bateu saudades do blog. Dos tempos em que eu me alegrava em voltar de uma viagem e correr para o Word, escrever e depois publicar tudinho aqui com as fotos. Da época em que tudo era novo e excitante em meu novo país.

Lições - Primeiro Mês

Completo 1 mês de Malásia (uhu!) e algumas coisinhas que já pude aprender (eu acho) por aqui: Sou legal e só! Nos últimos tempos aqui tenho me lembrado da razão a minha aversão as pessoas: a falta de noção. Não se trata de ser folgado, afinal eu sou uma das piores que conheço e sim das conclusões que as pessoas parecem tirar. Tratar as pessoas com indiferença me faz muita falta por aqui e eu deveria ter feito isso, se eu soubesse, desde o começo. Ser simpática o tempo todo não só cansa como também cria situações inesperadas. Limites Lidar com diferenças culturais é umas das tarefas mais difíceis para um expatriado, principalmente quando se trata de limites. O que podemos perguntar ou dizer uns aos outros, sem atravessar essa delicada “linha”? Virou até assunto em um dos bate papos com os amigos daqui um dia. Eu acabo relevando muitas coisas no dia-a-dia, ou pelo menos tento contornar as perguntas mais capciosas, mas inevitavelmente certas invasões de privacidade acabam me incom...