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Recomeçando

Fim do ano cada vez mais próximo e de repente bateu saudades do blog. Dos tempos em que eu me alegrava em voltar de uma viagem e correr para o Word, escrever e depois publicar tudinho aqui com as fotos. Da época em que tudo era novo e excitante em meu novo país.

A razão do meu (não) ser

(Um dos dias felizes - Mari na Ásia 2) Passados quase 6 meses do meu retorno à Ásia e dado meu sumiço do blog, resolvi escrever então sobre a bagunça que minha vida se transformou nesse tempo.

E afinal, o que aconteceu?

B em, no último post, falei um pouco sobre os protestos que ocorreriam no fim de semana de semana, e antes de escrever um pouco mais sobre a sociedade malasiana, resolvi atualizar a questão anterior.

Sobre a Malásia e os protestos

Algo fantástico aconteceu nessa segunda: Eu voltei para o blog! Hehe, não, não. É mais do que isso. Eu estou com tempo livre desde o momento em que entrei no escritório pela manhã. E por que isso seria especial? Um pouco de contexto faria diferença. Bem, desde que voltei a terra do calor eterno (há dias que nem o ar condicionado de casa consegue resolver) há cerca de 3 meses atrás, eu dificilmente tenho dias livres. Nos primeiros 2 meses, a situação era ainda pior, e eu chegava a trabalhar 16 horas por dia (sem contar o deslocamento de ida e volta do escritório). Eu me alimentava mal, dormia pior ainda, não tinha fins de semana ou feriados (trabalhava em quase todos) e a maioria das pessoas não acreditava que eu realmente estava de volta na cidade. 

A paciência que me falta!

Namorado de férias, trabalho em excesso me "retirou" todos os amigos e eu que não quero parecer mulher sem vida e "twittera" pra postar minha frustração no Facebook (às vezes, acontece). Sim, eu divido apartamento com outros intercâmbistas e gosto. Sim, nós dividimos as contas. Sim, eu não vejo (tanto!) problema em aceitar "couch surfing" de amigos ou "amigos de amigos". Mas o que custa um pouco de noção! O atual visitante dorme a noite inteira com ar condicionado E ventilador ligados. Usa o apartamento como se fosse a casa da mãe dele. E hoje, o indivíduo fez dois favores: largar a $#%@$ do ar condicionado ligado o dia inteiro (todos sairam cedo para o trabalho) e desligar a *$@$# da geladeira! E pra que fazer uma m**** dessas? Me fala? Dá vontade de gritar com meio mundo! Eu sempre soube que eu sou uma pessoa meio difícil de se morar, mas eu preciso sair gritando com a galera pra ter uma noção das coisas? Vou pro meu banho ...

De volta à terra do Kimchi!

Quase três meses se passaram desde a viagem e eu finalmente terminei este post sobre ela. Com certeza, após tanto tempo, muito é perdido, mas o que conta é a experiência. (Dá pra adivinhar pra onde foi?) Ora pois (hehe), final de janeiro, ano novo chinês e para onde ir? A maioria dos amigos já tinha planos e eu acabei por decidir sozinha. E por que não voltar a Coréia? Seria inverno, eu poderia rever lugares que gostei e ir aqueles que não visitei. (Foto de dorama ...hihi)  Tenho que comentar que carregar roupas de inverno na bagagem de mão (que dessa vez, era só minha bolsa) saindo do calor absurdo da Malásia, não foi uma tarefa fácil...algumas horinhas de vôo e eu já estava novamente em Incheon. E o que me fez tremer foi a frase do comandante ao dizer: “Faz 6 graus negativos no momento”. (Korean Folk Village) Em apenas 30 minutos da saída do avião, eu já havia passando pela imigração, retirado minha bagagem e comprado minha passagem para a cidad...

Quase lá!

Enquanto o texto sobre as outras duas (três, porque tenho que incluir essa também!) viagens não estão prontos, resolvi passar aqui só pra aumentar ainda mais a expectativa das amigas!  Só mais 3 dias até a volta ao Brasil! A ficha ainda não caiu...mas por enquanto eu tenho outras preocupações: a quantidade de bagagem que eu tenho e ficar carregando isso de um lado pro outro. Infelizmente larguei (e também esqueci) muitas coisas em KL: roupas, sapatos, bolsas, livros e os meus chapéus :( . O problema não foi ultrapassar o limite de peso (eu tenho 64kg + 7kg) e sim o de espaço físico. Sai para comprar uma segunda mala no último dia, mas devido a minha confiança de que tudo caberia em uma de tamanho médio, tive que abrir mão das minhas coisinhas. Cheguei hoje cedo (no fuso daqui) em Dubai e estava passeando pela cidade. Tudo é limpo, novo e enorme. Sim, há muitos canteiros de obras também! Mas eu me surpreendi com a facilidade de ter passado pela imigração (apesar de e...